Friday, November 6, 2009
Monday, May 14, 2007
"PODER BANDIDO OU BANDIDO NO PODER?"
A pergunta do título é bem apropriada pelo momento atual vivido pela nação brasileira. Com certeza, há que se diferenciar as pessoas que atuam no serviço público, seja municipal, estadual ou federal. Mas, também há que se apontar as distorções existentes atualmente, onde, em algumas situações, o Poder Público deixa a desejar, é negligente, é coator, é abusivo, é irresponsável, é omisso, é até mesmo assassino.
Quando a sociedade passa a enxergar desta forma (e existem exemplos disso na mídia nacional), o Poder Público passa a ser, para o público em geral, “o bandido da história” e não o “mocinho”, o agente do benefício, do equilíbrio, do bom senso, da responsabilidade, da presença firme e atuação forte.
Quando o Poder Público deixa a desejar em diversas áreas, principalmente Saúde e Segurança, o povo é quem sofre os efeitos devastadores dessa omissão criminosa. Criminosa sim, porque, nestas áreas, muitas vidas são ceifadas diariamente no Brasil, muitas vezes às custas da corrupção.
E, a corrupção é contagiosa. Tão contagiosa que, muitas vezes o sujeito se locupleta, rouba do povo muito mais do que pode gastar em toda a sua miserável vida, mas mesmo assim, continua a roubar, a assaltar os cofres do povo que lhe passou um “cheque em branco” quando o elegeu.
É, portanto, pelo exemplos que colocamos, o Poder Público o “bandido” dessa história? Claro que não!
O Poder Público não é uma pessoa. Ele (o Poder Público) é representado em todas as suas ações (e omissões) por um AGENTE. Este agente pode exercer qualquer cargo, eletivo ou não, concursado ou não, mas é ele (o agente) quem pratica os abusos, os absurdos.
Portanto, é o agente público CORRUPTO o causador de todos os males à sociedade. Pois, quando se desviam recursos destinados à segurança, à saúde, à assistência social, etc., muitas vezes se assina a sentença de morte de milhares de pessoas (como bem ilustrou recentemente o nobre Promotor de Justiça de Joinville, Dr. Afonso Ghizzo Neto).
Claro, existem exceções e são a grande maioria. Grande coisa: A minoria é que manda, é que rouba, é que assalta, é que mente, é que desvia, é que ameaça, é que assassina, é que destrói famílias... A minoria de “bandidos no poder” é que sujeitam a sociedade a inúmeros sofrimentos, não poupando cristãos ou ateus, evangélicos, espíritas, maçons, etc. Todos, de todas as crenças sofrem com essa minoria. Seja qual for a raça, cor, credo ou convicção política, todos são vítimas.
E a imprensa? Com ela também não é diferente. Sempre que se atinge algum interesse escuso, muitas vezes sem saber, a imprensa vira alvo. Os veículos de reportagem e os repórteres são tratados como objetos de jogos de tiro-ao-alvo em parques de diversões da “bandidagem do poder”.
No Brasil, infelizmente, os exemplos nos últimos anos nos mostram que, neste país, quem ameaça, coage, oprime, mata ou mutila jornalistas, são pessoas ligadas à política (geralmente no poder) e não os criminosos conhecidos nos corredores das celas, nem mesmo os maiores traficantes são responsáveis por tantos atentados à imprensa como a política suja e bandida, exercida por alguns sujos e bandidos... Mas no poder.
Conclusão: No Brasil, ao contrário do que muitos do povo imaginam, não é o Poder Público que é o “bandido da história”, mas sim, os “bandidos no poder”.
Quando a sociedade passa a enxergar desta forma (e existem exemplos disso na mídia nacional), o Poder Público passa a ser, para o público em geral, “o bandido da história” e não o “mocinho”, o agente do benefício, do equilíbrio, do bom senso, da responsabilidade, da presença firme e atuação forte.
Quando o Poder Público deixa a desejar em diversas áreas, principalmente Saúde e Segurança, o povo é quem sofre os efeitos devastadores dessa omissão criminosa. Criminosa sim, porque, nestas áreas, muitas vidas são ceifadas diariamente no Brasil, muitas vezes às custas da corrupção.
E, a corrupção é contagiosa. Tão contagiosa que, muitas vezes o sujeito se locupleta, rouba do povo muito mais do que pode gastar em toda a sua miserável vida, mas mesmo assim, continua a roubar, a assaltar os cofres do povo que lhe passou um “cheque em branco” quando o elegeu.
É, portanto, pelo exemplos que colocamos, o Poder Público o “bandido” dessa história? Claro que não!
O Poder Público não é uma pessoa. Ele (o Poder Público) é representado em todas as suas ações (e omissões) por um AGENTE. Este agente pode exercer qualquer cargo, eletivo ou não, concursado ou não, mas é ele (o agente) quem pratica os abusos, os absurdos.
Portanto, é o agente público CORRUPTO o causador de todos os males à sociedade. Pois, quando se desviam recursos destinados à segurança, à saúde, à assistência social, etc., muitas vezes se assina a sentença de morte de milhares de pessoas (como bem ilustrou recentemente o nobre Promotor de Justiça de Joinville, Dr. Afonso Ghizzo Neto).
Claro, existem exceções e são a grande maioria. Grande coisa: A minoria é que manda, é que rouba, é que assalta, é que mente, é que desvia, é que ameaça, é que assassina, é que destrói famílias... A minoria de “bandidos no poder” é que sujeitam a sociedade a inúmeros sofrimentos, não poupando cristãos ou ateus, evangélicos, espíritas, maçons, etc. Todos, de todas as crenças sofrem com essa minoria. Seja qual for a raça, cor, credo ou convicção política, todos são vítimas.
E a imprensa? Com ela também não é diferente. Sempre que se atinge algum interesse escuso, muitas vezes sem saber, a imprensa vira alvo. Os veículos de reportagem e os repórteres são tratados como objetos de jogos de tiro-ao-alvo em parques de diversões da “bandidagem do poder”.
No Brasil, infelizmente, os exemplos nos últimos anos nos mostram que, neste país, quem ameaça, coage, oprime, mata ou mutila jornalistas, são pessoas ligadas à política (geralmente no poder) e não os criminosos conhecidos nos corredores das celas, nem mesmo os maiores traficantes são responsáveis por tantos atentados à imprensa como a política suja e bandida, exercida por alguns sujos e bandidos... Mas no poder.
Conclusão: No Brasil, ao contrário do que muitos do povo imaginam, não é o Poder Público que é o “bandido da história”, mas sim, os “bandidos no poder”.
Friday, May 11, 2007
DICAS CULINÁRIAS PARA O DIA DAS MÃES
Você não sabe o que fazer para o almoço de sua mãe? Está sem criatividade e sem grana para levá-la a um restaurante? Então seus problemas acabaram!
Basta seguir as receitas abaixo e, FELIZ DIA DAS MÃES!
Basta seguir as receitas abaixo e, FELIZ DIA DAS MÃES!
FILÉ GRELHADO COM FOIE GRAS E SAUTÉ DE ALCACHOFRAS

Ingredientes:
1kg de filé mignon
6 colheres (sopa) de manteiga
4 escalopes de foie gras (200g)
12 fundos de alcachofras cortados em 4
3 colheres (sopa) de azeitonas pretas picadas grosseiramente
200ml de caldo de carne com consistência de gelatina
3 xícaras de vinho tinto (reduzidos em fogo baixo até obter 3 colheres de sopa)
sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de Preparo:
Tempere o filé com sal e a pimenta-do-reino. Em uma frigideira, aqueça 2 colheres (sopa) de manteiga e grelhe o filé. Retire o filé e grelhe o foie gras temperado. Retire do fogo, disponha sobre o filé e reserve. Em outra frigideira, refogue as alcachofras com as azeitonas em 2 colheres (sopa) de manteiga. Acerte o sal e a pimenta-do-reino, retire do fogo e reserve. Coloque o caldo de carne e o vinho tinto reduzido para ferver, acerte o sal e a pimenta-do-reino e para finalizar, adicione a manteiga restante. Disponha o sauté de alcachofra em um dos lados do prato e o filé com foie gras do outro, regue com o molho e sirva. Decore a gosto.
Dicas:
Para preparar o caldo de carne com consistência de gelatina, faça um caldo de carne escuro (com ossos assados no forno, legumes e temperos) e deixe reduzir até obter essa consistência.
FILÉ MIGNON COM CEBOLA E ERVILHA-TORTA

Ingredientes:
1/2 kg de filé mignon
1 pimenta dedo-de-moça média
200 g de ervilha torta
2 cebolas médias
2 colheres (sopa) de óleo de milho
4 colheres (sopa) de vinho xerez
sal a gosto
Modo de Preparo:
Lave o filé mignon, seque com toalha de papel, pique-o em cubos de 2,5 cm e reserve. Lave a pimenta, retire o pedúnculo, abra-a ao meio, elimine as sementes e pique em cubos pequenos. Lave as ervilhas, retire as pontas e os fios das bordas. Descasque as cebolas, lave-as e pique em rodelas grossas. Reserve. Numa frigideira, aqueça o óleo, disponha a carne e frite, sacudindo a frigideira de vez em quando, por 7 minutos, ou até dourar de maneira uniforme. Adicione as ervilhas e as cebolas, salteando de vez em quando, por 7 minutos, ou até os legumes ficarem al dente. Adicione o vinho, a pimenta-dedo-de-moça e o sal e cozinhe, mexendo de vez em quando, por mais 2 minutos. Acerte o sal, retire do fogo e sirva em seguida.
Dicas:
Saltear é um processo rápido que consiste em frigir os alimentos em óleo, azeite de oliva ou manteiga, sacudindo a frigideira de vez em quando durante o cozimento.
LASANHA DE ALHO-PORÓ E PEITO DE PERU

Ingredientes:
1 cebola (pequena) picadinha
1 xícara (chá) de farinha de trigo
1/2 xícara (chá) de manteiga
3 litros de leite
1 lata de creme de leite
5 xícara (chá) de alho-poró em rodelas
sal e noz-moscada ralada a gosto
2 colheres (sopa) de cebola picadinha
3 colheres (sopa) de manteiga
400 g de peito de peru em fatias grossas e em tirinhas
500 g de mussarela ralada
1 embalagem de lasanha ADRIA direto ao forno (500g)
4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
Modo de Preparo:
Doure a cebola e a farinha na manteiga. Junte, aos poucos, o leite mexendo sempre até obter um creme. Acrescente o creme de leite e misture bem. Tempere com o sal e a noz moscada. Reserve. Numa frigideira grande, doure a cebola na manteiga. Junte o alho-poró e refogue por alguns minutos. Tempere com o sal. Reserve. Montagem: Numa forma retangular grande e alta (30 x 43cm) espalhe o molho no fundo. Cubra com as folhas de lasanha Adria e com o molho. Espalhe o alho porro reservado, o peito de peru e a mussarela. Cubra com o molho. Faça camadas de lasanha, molho, alho porró, peito de peru e mussarela, molho, terminando com lasanha, molho e mussarela. Polvilhe com o queijo parmesão. Cubra com papel alumínio e leve ao forno (médio) por cerca de 45 minutos. Retire o papel e deixe por mais 5 minutos para dourar. Retire do forno e deixe descansar por 5 minutos. Sirva.
Cortesia Cozinha Experimental da Adria
Telefone: 0800 7021120
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